segunda-feira, 30 de julho de 2012




Cores em cinzas!

Ela insistia em ser a borboleta azul

Por vezes se enclausurava

e se camuflava em meio aos destroços

Ninguém notara sua presença
Até ganhar sua liberdade
valsando ao som da esperança
onde o preto se perdia no branco.
Ousava diferenciar
permitindo-se a leveza
quase que, extinta do mundo.
Ousava ser a flor que brotou 
no deserto e que o vento tirou pra dançar
ao som dos bandolins. 

Tainan Silva

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